Minhas rosas Senhor

Minhas rosas

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Travas de amor

Rosas e amor

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Tu minha rosa

 

 

Essa rosa desfolhada e nua,
jaz chorando triste e orvalhada.
As pétalas a esmo pela rua;
Porque afinal nunca foi amada.
 
Nobre perfume perdido na lama,
sequiosa de um pouco de carinho.
Perdida nos lençóis da sua cama;
Afoga mágoas, num copo de vinho.
 
Mas eis quando: O poeta chegou!
Suas pétalas juntou… com amor
e de ternura ao peito as apertou.
 
Brilham pétalas de rósea cor.
Juntam beleza esplendor… ela amou
para sempre, o poeta e trovador.
 

António Zumaia

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Ode à raça Cigana…

 
 
De negro vestido adejando a sorte,
cujo destino… de há muito marcado.
Sina bendita… é estrela do norte;
Mas diz quem tu és… e qual o teu fado.
 
Escrito nas linhas da tua mão,
sua voz é melodia que encanta.
Num sonho lindo, de bela ilusão;
Sente a mágoa, dor que suplanta.
Sorri serena, mas nunca o diz,
traço da mão, que o fará infeliz.
 
A nostalgia impressa na raça,
orgulhosa das suas tradições.
Peregrino nos caminhos que passa.
Lêem a sina e dão ilusões;
Livro aberto a palma da tua mão,
ler a sina é sua tradição.
 
Seus cantares da Andaluzia,
miragem de uma velha tradição;
A cigana seu homem seduzia
e num bailado ao seu coração.
Seu corpo esbelto, em estranha dança.
Cumpriu-se a sina… o alcança.
 
A sua pátria é o universo,
sempre agarrado à mãe natureza.
É um povo feliz… mas disperso.
Nos seus cantares existe a certeza,
que numa raiz de ledos enganos.
É mistério… a raça dos ciganos.  
 
António Zumaia
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Bailarina e rosa

 

Doce bailarina… a rosa minha.
De bela borboleta cintilante;
Enlevas-te em pose de rainha,
em melodia de amor vibrante.
 
Bailando no sonho do trovador,
como a rosa é perfume espargindo.
Colorindo… pétalas com amor;
Desta nova vida que vai surgindo.
 
Baila no palco… ó rosa sagrada,
dando forma à bela melodia.
Mistério de beleza sublimada…
 
O poeta é louco na poesia,
chama a bailarina tão amada;
Vogando… na mais bela sinfonia.
 
António Zumaia
 
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Doce rosa

Doce rosa, cruel destino

 E foste rosa, no sino da minha aldeia.
Desnudando-te num aroma de beleza;
Cruel espinho, que de ti fez menina feia,
pois tua vida, nunca foi uma certeza.
 
Canta o trovador nessa lágrima sentida,
foi melodia, na dor dum espinho cravado;
Viste o sangue e te sentiste perdida,
perfumando louca, quem estava a teu lado.
 
Mas tua cor… A loucura do trovador.
Desfeita na dor, que enfeitou teu ciúme,
quando de mão em mão, davas o teu amor.
 
Quem pega a rosa, ela queima em brando lume;
Espraiando na vida… a beleza e dor.
Nesse enleio divino, do seu perfume.
 
António Zumaia
Estoril – Portugal
30 de Junho de 2011
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Pétala de rosa

Pétalas de rosa
 
É quando a pétala cai,
que as lágrimas vão rolando.
Do meu peito, ela não sai;
Pois sabe que estou amando.
 
Triste pétala caída,
nessa dor que é abandono.
É dolorosa a vida,
essa ida sem retorno.
 
Mesmo caída é perfume,
beleza de um poeta;
Que no seu peito assume,
que a idade não afecta.
 
Sua alma é a cor,
que o tempo vai diluindo;
Se na verdade há amor,
vivem a vida sorrindo.
 
Uma pétala de rosa,
quando em amor é guardada.
Marca a vida é ditosa
e nesse livro é amada.
 
António Zumaia
 
Estoril – Portugal
26 de Maio de 2011
  
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